A Sessão

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O terapeuta procura saber quais são os sintomas do paciente, partindo do princípio de que a doença é sempre um conflito que ocorre em três níveis ao mesmo tempo (psique-cérebro-órgão). Conhecendo o sintoma do paciente é possível determinar qual a área do cérebro envolvida e qual o tipo de conflito vivido. Se o paciente não apresentar nenhum sintoma e mesmo assim quiser realizar o tratamento também é possível.

Durante a entrevista (a anamnese), o terapeuta, busca informações também sobre seus antepassados, a ordem dos nascimentos, incluindo os natimortos e abortos e seus conflitos vividos. O objetivo é localizar eventos que estejam se repetindo nos descendentes com cenários diferentes, porém, com a mesma essência de conflito biológico. Sabemos que a data de aniversário de um determinado evento significativo ou trágico do passado muitas vezes é armazenada na memória inconsciente e influencia os acontecimentos das gerações seguintes. O conflito não resolvido por um dos indivíduos do clã familiar, passa para seu descendente em dependência da posição ocupada por ele na grade de lealdade familiar, como um pré programante, ou seja, uma prédisposição para reviver o conflito mudando apenas o cenário. Uma vez detectada o pré-programante, o programante e o desencadeante será utilizado recursos neurolinguísticos com o apoio dos mapas cerebrais, que farão uma decodificação do conflito biológico do inconsciente, trazendo estas informações para o consciente, ativando ou acelerando assim, o processo de autocura.